07 março 2013

O Outro: eu Mesmo

RESPOSTAS ÀS SUAS PERGUNTAS....

Porque existe tanto conflito entre as pessoas de religiões diferentes?

O mundo parece estar ficando cada vez mais louco a cada dia. Ninguém sabe o que está acontecendo e tudo está de cabeça pra baixo e confuso. Isso é o que dizem os jornais. Isso é real? E se for, existe algum equilíbrio intrínseco na vida que esteja mantendo tudo estável?
A mundo é o mesmo; tem sido sempre o mesmo – de cabeça pra baixo, maluco, insano. De fato, só uma coisa nova aconteceu no mundo:a consciência de que somos loucos, que estamos de cabeça pra baixo, que alguma coisa está basicamente errada conosco. E isso é uma grande bênção – essa consciência. É claro que isso é só um começo, apenas o abc de um longo processo, só uma semente, porém, imensamente fértil. O mundo nunca esteve tão cônscio de sua insanidade como está hoje. Isso tem sido sempre o mesmo. Em três mil anos o homem lutou cinco mil guerras.

Você pode dizer que essa humanidade é sã? A gente não pode lembrar de um tempo na história humana quando os povos não estivessem destruindo uns aos outros tanto em nome da religião ou em nome de Deus ou até mesmo em nome da paz, da humanidade, da irmandade universal. Belas palavras escondendo feias realidades! Os Cristãos matando Maometanos, Maometanos matando Cristãos, Maometanos matando Hindus, Hindus matando maometanos. Ideologias políticas, ideologias religiosas, ideologias filosóficas são apenas fachadas para assassinar – para assassinar de um modo justificado.

E todas essas religiões estiveram prometendo as pessoas, “Se você morrer numa guerra religiosa, seu paraíso está absolutamente assegurado. Matar numa guerra não é pecado; ser morto numa guerra é uma grande virtude”. Isso é pura estupidez! Porém, dez mil anos de condicionamento penetraram profundamente no sangue, nos ossos, na própria medula da humanidade. Cada religião, cada país, cada raça estiveram declarando, “Somos o povo escolhido de Deus. Somos o mais elevado, todo mundo está abaixo de nós”. Isso é insanidade e todo mundo tem sofrido por causa disso.

Os judeus têm sofrido imensamente devido a uma simples tolice que cometeram: a idéia de que “Somos o povo escolhido de Deus, somente nós”. Uma vez que você teve a idéia de ser o povo escolhido de Deus, então você não pode ser perdoado pelos outros porque eles também são o povo escolhido de Deus, e como decidir isso? Nenhum argumento pode ser conclusivo, e ninguém sabe onde Deus está escondido, assim você também não pode perguntar-lhe, ele não pode ser trazido para o tribunal para ser uma testemunha. Então, só a espada pode decidir. Quem for mais poderoso estará certo. Poder tem sido certo. Os Judeus realmente sofreram por séculos, mas o sofrimento não os mudou. Na verdade fortaleceu a idéia de que eles são o povo escolhido de Deus.

As mesmas pessoas que dizem a eles, “Vocês são o povo escolhido”, também dizem que o povo escolhido precisa passar por muitas provações, aflições, para provar o valor deles. Ouvi falar de um velho rabi – ele deve ter sido um homem muito são – orando a Deus. Ele estava orando por anos e anos e nunca pedia por coisa alguma – e você sabe, orar é uma espécie de chateação: você vai aborrecendo Deus todo dia, pela manhã, à tarde, à noite, na madrugada, cinco vezes ao dia. Deus deve estar ficando cansado, completamente entediado...

E o rabi não estava pedindo coisa alguma; senão haveria um jeito de resolver. Se ele estivesse pedindo por algo isso teria sido dado. Mas ele não pediu coisa nenhuma, apenas orando. Finalmente Deus lhe perguntou, “Porque você não me apresenta suas necessidades? O que você quer?” E o velho rabi disse, “Só uma coisa. Não chegou a hora de você escolher algum outro povo? Por favor, escolha outro povo para você. Nós já sofremos tanto!”

Contudo, isso não é assim somente com os Cristãos, Judeus, Maometanos e Hindus; é exatamente o mesmo com todos os povos que existiram até agora. O ego racial, o ego religioso, o ego espiritual é muito mais perigoso do que o ego individual, porque o ego individual é bruto. Você pode vê-lo – todos podem vê-lo, ele é tão visível na superfície. Mas quando o ego se torna racial – “Hinduismo é grande” – você não acha que você esteja declarando alguma coisa para si mesmo. Indiretamente você está declarando, “Sou o maior porque sou um Hindu e Hinduismo é grande”. Essa é uma maneira indireta, uma maneira sutil, esperta: “Sou o maior porque sou Japonês, porque Japoneses são os descendentes diretos do Deus sol”, ou, “Sou um Chinês e os Chineses são o povo mais civilizado, o mais culto”.

Quando os ocidentais alcançaram a China pela primeira vez, olhando para os Chineses, eles riram. Eles pareciam mais caricaturas; pareciam mais como desenho animado do que como homens – apenas quatro ou cinco cabelos pendurados na cara deles e isso é toda sua barba! Que espécie de pessoas são essas? Os primeiros europeus escreveram em seus diários, “Parece que descobrimos o elo perdido entre o homem e os macacos”. E o que os Chineses estavam escrevendo em seus jornais?

Até o imperador da China estava muito interessado de ver os Europeus porque ele tinha ouvido muitas histórias sobre eles. Eles foram convidados para sua corte, não porque ele respeitava os Europeus, mas só para ver que tipo de pessoas eles eram. Nunca antes...! E ele não pôde conter seu riso; ele começou a rir quando viu os Europeus. Os Europeus ficaram muito embaraçados: “Porque ele está rindo?” Disseram a eles, “Esse é o jeito dele apreciar. Ele sempre ri, desfruta; esse é o jeito dele dar boas vindas aos hóspedes”. Mas a realidade era que ele não podia acreditar que esses eram seres humanos!

Ele perguntou a seu povo, “Vocês os trouxeram das selvas Africanas? Eles parecem com macacos!” Eis como o ego funciona: o outro é sempre reduzido ao nível mais baixo possível; e comparado com o outro, a gente se sente mais elevado.
Você diz, “O mundo parece estar ficando cada vez mais enlouquecido a cada dia”.
Isso não está correto; o mundo sempre foi assim.

Só uma coisa nova está acontecendo, e essa é uma bênção, não é uma maldição de jeito nenhum. Pela primeira vez em toda história da humanidade, algumas pessoas estão se tornando conscientes de que a maneira que existimos até agora está de algum modo errado; alguma coisa importante está faltando em nossa própria fundação.

Existe alguma coisa que não nos permite crescer como seres humanos sadios. Em nosso próprio condicionamento estão as sementes da insanidade. Toda criança nasce sã, e então, lentamente, nós a civilizamos – chamamos isso de processo de civilização. Nós a preparamos para fazer parte de uma grande cultura, de uma grande igreja, de um grande estado ao qual pertencemos.

Toda nossa política é estúpida, e assim a criança se torna estúpida. Toda nossa educação é feia. Nossos políticos não significam nada a não ser ambição, ambição nua – ambição por poder. E somente os tipos mais rasteiros de pessoas se interessam pelo poder. Somente as pessoas que estão sofrendo de um profundo complexo de inferioridade se tornam políticos. Eles querem provar que não são inferiores; eles querem provar isso para os outros, eles querem provar para si mesmos que não são inferiores, que são superiores.

Mas qual é a necessidade de provar isso se você é superior? O homem superior não tenta provar coisa nenhuma, ele está tão à vontade com sua superioridade. Isso é o que diz Lau Tsu; O homem superior não está nem mesmo cônscio de sua superioridade, não há nenhuma necessidade disso. É somente a pessoa doente que começa a pensar em saúde; a pessoa sadia nunca pensa sobre saúde. A pessoa saudável não está auto consciente sobre sua saúde, só o doente, só o enfermo. A pessoa bonita, a pessoa realmente bonita não está auto consciente sobre a beleza dele ou dela. Só a pessoa feia que está constantemente preocupada e fazendo todo esforço para provar que não é assim.

De fato, provar aos outros que “Não sou inferior, não sou feio”, ele está tentando provar isso a si mesmo. Os outros funcionam como um espelho. Se os outros pudessem dizer, “Sim, você é o maior...” Mas eles só dirão isso quando você for poderoso, quando você for rico; do contrário eles não vão dizer coisa alguma. Quem está interessado em seu ego? Eles estão interessados no ego deles, mas relutantemente, quando você tem poder para destruir, eles têm que aceitar.

Adolf Hitler era louco, mas ninguém na Alemanha ousou dizer isso. Muitos perceberam que ele era louco, mas só na hora que ele foi derrotado e cometeu suicídio, muitas pessoas começaram a escrever que elas sempre souberam disso. Até mesmo seus próprios médicos que nunca ousaram dizer ao próprio Hitler – ao menos eles deviam dizer a verdade, eles eram os médicos – eles não disseram que ele estava doente, gravemente doente, e não somente fisiologicamente, mas psicologicamente também.

Ele sofria com muitos pesadelos, ele estava constantemente com receio de ser assassinado. Ele estava obcecado com a idéia de que ele iria ser assassinado, tanto que ele nunca se casou. Ele só se casou quando decidiu cometer suicídio, apenas três horas antes. Para evitar ter uma mulher no mesmo quarto, ele nunca se casou – porque quem sabe, a mulher pode ser uma espiã, uma inimiga, e enquanto ele estiver dormindo ela pode matá-lo, envenená-lo.

Ele nunca confiou nem na mulher que fingia amar. Ele não tinha amigos, porque ser amistoso com alguém significa ter que confiar, e ele era tão desconfiado. Os políticos são insanos, os padres também são insanos....

A humanidade sempre foi insana. Sempre permaneceu de cabeça pra baixo e confusa, porque vocês foram criados sobre mentiras. Mas uma coisa boa está acontecendo atualmente: pelo menos alguns jovens inteligentes estão se tornando conscientes que todo nosso passado foi errado e precisa de uma mudança radical. “Precisamos de uma descontinuidade de nosso passado. Queremos começar renovados, precisamos começar renovados. Todo o passado foi um experimento de total futilidade!”

Uma vez que aceitamos a verdade como ela é, o homem pode tornar-se são. O homem nasce são; nós o tornamos louco. Uma vez que aceitamos que não existem nações e nenhuma raça, o homem ficará muito calmo e quieto. Toda essa violência e agressão desaparecerão. Se aceitarmos o corpo humano, sua sexualidade, naturalmente, então todo tipo de estupidez pregado em nome da religião irá se evaporar.

Noventa e nove por cento das doenças psicológicas existem por causa da repressão sexual do homem. Precisamos tornar o homem livre de seu passado. O que quer que a sociedade tenha feito com você tem que ser desfeito. Sua consciência precisa ser limpa, esvaziada para que você se torne como um espelho puro refletindo a realidade. Ser capaz de refletir a realidade é conhecer Deus. Deus é outro nome da realidade: daquilo que é a base e a essência de todas as coisas que existem de verdade. E um homem é realmente saudável quando ele conhece a verdade.

Verdade traz liberação.
Verdade traz sanidade.
Verdade traz inteligência.
Verdade traz inocência.
Verdade traz felicidade.
Verdade traz celebração.
Precisamos transformar toda essa terra num tremendo festival, e isso é possível porque o homem traz o que é necessário para transformar essa terra num paraíso

05 março 2013

Existem evidências Históricas para a ressurreição de Cristo?


 O debate é uma antiga forma de discussão que combina elementos de informação, educação, esperança de convencimento alheio e entretenimento. Os filósofos gregos, os “sofistas”, eram excelentes nos debates, e os diálogos platônicos e as dialéticas aristotélicas eram formas literárias refinadas de debate. Os cristãos incorporaram a forma literária de debate e debateram sobre um grande número de questões teológicas e filosóficas. As universidades medievais eram lotadas com estudantes e professores que queriam debater. Alguns cristãos medievais pensavam que se eles simplesmente pudessem discursar bem para a comunidade judaica em um debate, as massas de judeus então se converteriam para o Evangelho cristão. Em um famoso debate no século XIII, um frade dominicano desafiou um notável rabino para um debate se Jesus era ou não o Messias. O rabino hesitou em aceitar debater, sabendo que se ele vencesse o debate apresentando boas razões do por que Jesus NÃO era o Messias, ele e seus companheiros judeus sairiam perdendo de qualquer forma, e foi exatamente isto o que ocorreu: o rabino venceu o debate, o frade perdeu, e então os cristãos queimaram as casas e os negócios dos judeus. 
Meu debate favorito aconteceu em Cincinnati, em 1834, quando Alexander Capmbell, o fundador da denominação protestante “The Disciples of Christ” [Os Discípulos de Cristo] debateu com o bispo católico de Cincinnati, John Purcell, sobre a questão se a Igreja católica era o anti-Cristo e a Besta vinda do mar. O debate durou seis dias – seis horas em cada dia – e foi impresso em um volume de 500 páginas. Ambos os debatedores viveram por muitos anos após o debate e nenhum deles jamais cessou de falar sobre a questão. 
Desde minha conversão, eu já acreditava na ressurreição de Jesus com base em minha experiência pessoal, e eu ainda penso que esta abordagem experimental sobre a ressurreição é uma maneira perfeitamente válida para saber que Cristo ressuscitou. Esta é a maneira pela qual a maioria dos cristãos atualmente sabe que Jesus está vivo. Mas, como resultado de meus estudos, eu percebi que uma extraordinária argumentação pode ser proposta para a ressurreição de Jesus de forma histórica também, eu espero que você entenda que a ressurreição de Jesus é a melhor explicação para certos fatos estabelecidos sobre Jesus.
Por agora, eu quero esboçar brevemente como o argumento histórico para a ressurreição de Jesus se apresenta. Ao construir uma argumentação para a ressurreição de Jesus, é importante fazer uma distinção entre evidência e a melhor explicação para a evidência. Esta distinção é importante, pois na argumentação em questão a evidência é relativamente não-controversa. Como veremos, a evidência é aceita pela maioria dos estudiosos. Por outro lado, a explicação para a evidência é controversa. Que a ressurreição é a melhor explicação para a evidência é uma questão controversa. Embora Dr. Ehrman diga que não possa existir qualquer evidência histórica para a ressurreição, veremos que o que ele realmente quer dizer com suas palavras é que a ressurreição não pode ser a melhor explicação para a evidência, não que não exista evidência.
Prossigo, então, para meu primeiro ponto, a saber:
(I) Existem quatro fatos históricos que precisam ser explicados por alguma hipótese histórica adequada:
- O sepultamento de Jesus.
- A descoberta de seu túmulo vazio.
- Suas aparições 
post-mortem.
- A origem da crença dos discípulos em sua ressurreição.
Agora, vamos analisar este primeiro ponto mais de perto. Eu quero compartilhar quatro fatos que são largamente aceitos pelos historiadores atualmente.
Fato #1: Após sua crucificação Jesus foi sepultado por José de Arimatéia em uma tumba. Os historiadores sustentam este fato baseando-se em evidencias como:
1. O sepultamento de Jesus é atestado multiplamente por fontes primitivas independentes – Nós temos quatro biografias de Jesus, por Mateus, Marcos, Lucas e João, que formam o Novo Testamento juntamente com várias cartas do apóstolo Paulo. O relato do sepultamento é uma parte do relato de Marcos sobre a história do sofrimento e morte de Jesus. Trata-se de uma fonte muito próxima aos acontecimentos que provavelmente é baseada no testemunho de um observador dos eventos e que, sobre a qual, o comentarista Rudolf Pesch data para algum momento entre sete anos após a crucificação. Além disso, Paulo cita uma fonte extremamente antiga para o sepultamento de Jesus que a maioria dos estudiosos data para algum momento entre cinco anos após a crucificação de Jesus. Testemunhos independentes sobre o sepultamento de Jesus por José de Arimatéia são também fundamentados nas fontes por trás de Mateus e Lucas e o evangelho de João, para não citar o evangelho apócrifo de Pedro. Assim, nós temos pelo menos cinco notáveis fontes independentes sobre o sepultamento de Jesus, algumas extremamente próximas ao evento da crucificação.
2. Como um membro do Sinédrio Judaico que condenou Jesus, José de Arimatéia provavelmente não é uma invenção cristã – Existia uma hostilidade compreensível no início na igreja em relação aos líderes judeus. Aos olhos dos cristãos, eles planejaram a condenação judicial de Jesus. Assim, de acordo com o estudioso do Novo Testamento Raymond Brown, o sepultamento de Jesus por José é “muito provável”, uma vez que é “quase inexplicável” porque os cristãos inventariam uma história sobre um membro do Sinédrio Judaico que fez um bem a Jesus.
Por estas e outras razões, a maioria dos críticos do Novo Testamento concordam que Jesus foi sepultado por José de Arimatéia em uma tumba. De acordo com John A. T. Robinson da Cambridge University, o sepultamento de Jesus em sua tumba é “um dos mais antigos e melhor-atestados fatos sobre Jesus”.
Fato #2: No domingo após a crucificação, a tumba de Jesus foi encontrada vazia por um grupo de seguidoras de Jesus. Entre as razões que levaram a maioria dos estudiosos a esta conclusão estão:
1. A tumba vazia também é atestada multiplamente por fontes antigas independentes – A fonte de Marcos não terminou com o sepultamento, mas com a história da tumba vazia, que está ligada à história do sepultamento verbal e gramaticalmente. Além disso, Mateus e João contêm fontes independentes sobre a tumba vazia; esta história também é mencionada nos sermões nos Atos dos Apóstolos (2.29; 13.36); e esta é implícita por Paulo em sua primeira carta à igreja de Corinto (I Co. 15.4). Assim, novamente nós temos múltiplas fontes antigas atestando o fato da tumba vazia.
2. A tumba foi descoberta vazia por mulheres – Na sociedade judaica patriarcal o testemunho de mulheres não possuía consideração. De fato, o historiador judeu Josefo disse que não era permitido às mulheres servirem como testemunhas em um tribunal judaico. À luz deste fato, quão extraordinário é o fato de terem sido mulheres quem descobriram a tumba vazia de Jesus. Qualquer invenção posterior certamente colocaria discípulos homens como Pedro e João como descobridores da tumba vazia. O fato de terem sido mulheres, mais do que homens, que descobriram a tumba vazia, é melhor explicado pelo fato de que elas eram as principais testemunhas para o fato da tumba vazia, e os escritores dos evangelhos sinceramente relataram isto, para eles, a descoberta da tumba pelas mulheres foi um fato incomodo e embaraçoso.
Eu poderia continuar, mas eu acho que foi dito o suficiente para indicar porque, nas palavras de Jacob Kremer, um especialista austríaco sobre a ressurreição, “a confiabilidade das narrativas bíblicas em relação à tumba vazia é sustentada firme-mente pela grande maioria dos exegetas”